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A importância de um protetor solar de confiança

O Escândalo do Protetor na Austrália

Recentemente, um escândalo envolvendo protetores solares na Austrália chamou atenção mundial. Um grupo de defesa do consumidor testou 20 protetores solares populares com FPS (Fator de Proteção Solar) 50 ou 50+, e constatou que 16 desses produtos não alcançavam o nível de proteção que anunciavam nas embalagens.

O caso mais alarmante foi o de um protetor que, em testes independentes, apresentou FPS tão baixo quanto 4 ou 5, embora o rótulo indicasse 50+. Devido às discrepâncias, o produto foi retirado voluntariamente do mercado pela própria empresa.

O órgão regulador australiano confirmou que vai investigar os resultados trazidos por esses testes independentes, analisando as metodologias utilizadas, os laboratórios envolvidos e a veracidade das alegações de FPS nos rótulos.

Esse caso chama atenção para duas coisas principais: a importância de que o protetor solar cumpra o que promete, já que os consumidores dependem dessas informações para se proteger do sol, e a necessidade de fiscalização rigorosa, com testes confiáveis e reguladores atuantes para garantir eficácia e segurança de um produto usado diariamente.

Por que a Austrália é tão relevante no tema do câncer de pele

A Austrália é frequentemente apontada como a capital mundial do câncer de pele. Isso acontece pela grande incidência de radiação ultravioleta devido à posição geográfica, clima e intensidade solar, combinada a uma população majoritariamente de pele clara e a uma cultura de exposição ao sol em praias, piscinas e esportes ao ar livre. O buraco da camada de ozônio sobre a Antártica afeta diretamente a Austrália, intensificando a radiação UV no país. Pesquisas mostram que os incêndios da “Black Summer” (2019-20) ampliaram em cerca de 10% a área do buraco e reduziram em 3 a 5% o ozônio no Hemisfério Sul, incluindo a Austrália. Além disso, a região recebe de 7 a 15% mais radiação UV do que latitudes equivalentes no Hemisfério Norte, fator que contribui para os altos índices de câncer de pele e outros impactos ambientais.

Por esse motivo, leis e práticas de proteção solar no país costumam ser muito rigorosas, assim como a consciência pública sobre a importância do uso de protetores adequados.

Comparando as leis e fiscalização: Austrália vs Brasil

No Brasil, a regulação também é bastante evoluída, mas com algumas diferenças em relação ao modelo australiano.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) define regras claras sobre como deve ser o registro de protetores solares. A resolução em vigor estabelece requisitos técnicos de avaliação de eficácia, metodologias para determinação de FPS e proteção UVA, critérios de resistência à água quando declarado, além de normas detalhadas de rotulagem.

Nos últimos anos, a ANVISA lançou manuais específicos para orientar empresas sobre o processo de registro, exigindo comprovações laboratoriais robustas. Também estabeleceu medidas para agilizar a análise de protetores solares, sem perder de vista a necessidade de comprovação técnica.

Uma diferença marcante em relação à Austrália é que aqui no Brasil ainda não existe uma cultura consolidada de testes independentes em larga escala para verificar a veracidade do FPS informado nos rótulos. Dependemos, em grande parte, dos ensaios apresentados pelos fabricantes e da análise regulatória da agência. A fiscalização de lotes disponíveis no mercado existe, mas pode ser desafiadora pela extensão territorial e pelo número de produtos.

Apesar desses desafios, a legislação brasileira é bastante clara quanto ao que deve ser cumprido, e ações de suspensão de produtos que não atendem às regras têm ocorrido, mostrando que o sistema de vigilância está em operação.

Por que confiar em um bom protetor solar

Um protetor solar de qualidade deve garantir que o FPS declarado no rótulo seja real, pois é ele que indica a proteção contra os raios UVB responsáveis por queimaduras. Além disso, deve oferecer proteção UVA adequada, já que esses raios estão ligados ao envelhecimento precoce, às manchas e ao desenvolvimento de câncer de pele.

Outro fator importante é a resistência à água e ao suor, fundamental em situações como praia, esportes ou atividades ao ar livre. É igualmente essencial que os ingredientes usados estejam dentro das listas autorizadas pelos órgãos reguladores, sem substâncias proibidas ou em concentrações acima do permitido.

A transparência no rótulo também é indispensável: o consumidor precisa encontrar informações claras sobre FPS, proteção UVA, recomendações de reaplicação, prazo de validade e número do lote de fabricação. E, por fim, é crucial que o produto esteja devidamente registrado e aprovado pela ANVISA, com testes técnicos validados por laboratórios credenciados.

O exemplo de confiança

Um protetor solar confiável é aquele que cumpre todas essas exigências, passando por ensaios laboratoriais que confirmam o FPS real, demonstrando proteção UVA compatível com as exigências regulatórias, comprovando resistência em situações de uso intenso e apresentando rótulo completo, sem alegações enganosas. Além disso, precisa ter registro sanitário válido e estar em conformidade com todas as normas em vigor.

Esse é o modelo ideal de como deve ser um protetor solar de confiança, aquele que vai além da propaganda e oferece ao consumidor a segurança necessária para enfrentar o sol de forma responsável.

Brazinco: confiança comprovada no sol do Brasil

No cenário em que a transparência e a eficácia dos protetores solares são cada vez mais discutidas, o Brazinco se destaca como uma escolha segura e confiável. O produto passou por todos os ensaios exigidos pela ANVISA, em laboratórios credenciados, que confirmaram a veracidade do FPS declarado no rótulo. Além disso, apresentou proteção UVA dentro dos parâmetros mais rigorosos, cobrindo toda a faixa necessária para garantir defesa contra os danos mais profundos causados pela radiação.

Outro diferencial importante é a resistência em situações de uso intenso. Testes de performance mostraram que o Brazinco mantém a proteção mesmo após exposição à água, suor ou longas horas sob o sol, sem perder a eficácia. Isso significa que o consumidor pode contar com o produto em práticas esportivas, momentos de lazer ao ar livre ou no dia a dia urbano, sempre com a tranquilidade de estar protegido.

O Brazinco também é formulado apenas com filtros autorizados pela legislação brasileira, em concentrações seguras e eficazes. Seu rótulo traz todas as informações de forma clara, sem alegações enganosas, e orienta o consumidor quanto à reaplicação e ao uso correto.

Essas características técnicas, aliadas ao compromisso com a conformidade regulatória e à busca constante por inovação, fazem do Brazinco uma referência em protetor solar no Brasil. Ele une proteção de alto nível, qualidade reconhecida e a confiança de um produto que entrega exatamente o que promete.

 

Fontes:

BBC Brasil, Therapeutic Goods Administration (Austrália), ABC News (Austrália), ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Normas Mercosul.

Fotos: Wirestock, Bridge,

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