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Yago Dora termina em 2º na África do Sul e assume a liderança do ranking da WSL

Yago Dora, surfista da Família Brazinco, ficou em segundo lugar na etapa da WSL em J Bay e assumiu a liderança do ranking, além de garantir sua vaga na final. Durante sua jornada até a final, Yago bateu nomes de peso como Leo Fioravanti, João Chianca e Griffin Colapinto, sempre mostrando um surf com estilo e inovação. Yago acabou sendo parado na final por um Connor O’Leary super inspirado.

Além da lycra amarela, Yago Dora também garantiu sua ida à final em Fiji, com grades chances de terminar a temporada em primeiro lugar no ranking.

Taiti: o último embate classificatório

A última etapa classificatória de 2025 será em Teahupo’o, Taiti, de 7 a 16 de agosto. Ali, serão confirmadas as vagas no Top 5 e definidas definitivamente as posições do ranking. Yago tem a chance de ampliar sua vantagem com uma boa performance nos tubos rasos da Polinésia Francesa.

Disputa pela Liderança

A disputa pela liderança do ranking da WSL está entre Yago Dora (51.430 pts), Jordy Smith (47.515 pts) e Kanoa Igarashi (44.455 pts). Jordy assume a liderança se vencer no Taiti e Yago for no máximo terceiro; se empatarem em pontos, Jordy leva vantagem por ter mais vitórias. Se for vice (55.315 pts), Jordy só ultrapassa Yago se ele cair nas oitavas (9º) ou antes. Com um 3º lugar (53.600 pts), só supera Yago se ele for eliminado na primeira fase (17º). Já Kanoa só tem uma chance: precisa vencer (54.455 pts), torcer para Yago ser eliminado na primeira fase e para Jordy não chegar à final. Se Yago chegar às quartas (5º) ou semifinais (3º), ele mantém a liderança na maioria dos cenários. A lycra amarela está com Yago, que depende apenas de si no Taiti.

Duas vagas em jogo

Com Yago Dora já garantido na Final Five da WSL, restam 4 vagas em disputa — e até Jack Robinson, oitavo do ranking, ainda tem uma chance extremamente remota de ir para Fiji.

O brasileiro Filipe Toledo (38.760 pts) precisa vencer a etapa e ainda torcer por tropeços dos três concorrentes diretos — um cenário difícil, mas possível rumo a final.

Mesmo dentro do Top 5, Italo e Ethan ainda correm riscos reais. Para se manterem, devem pelo menos chegar às quartas de final. O Taiti será o palco decisivo para definir quem avança à etapa final em Fiji com chance de disputar o título mundial.

Mudança de regras

Terminar na liderança do ranking ganhou ainda mais importância com uma mudança feita pela WSL aos 45 minutos do segundo tempo.

A World Surf League atualizou o formato da decisão do título mundial em Fiji, conhecida como Final Five. Agora, a posição no ranking define quem entra com prioridade em cada bateria. O sistema funciona assim: o 5º colocado enfrenta o 4º na primeira bateria, e quem estiver melhor no ranking entra com prioridade — ou seja, tem o direito de escolher primeiro as melhores ondas no início da bateria. O vencedor dessa disputa encara o 3º do ranking, também com prioridade para o mais bem posicionado. Em seguida, o vencedor pega o 2º do ranking, seguindo a mesma lógica.

Na grande final, quem terminou a temporada regular em 1º lugar — posição hoje ocupada por Yago Dora — tem prioridade em todas as baterias da decisão. E mais: se esse surfista vencer a primeira bateria da final, ele já garante o título mundial. Caso perca essa primeira disputa, será preciso vencer as duas baterias seguintes, em uma final melhor de três.

Essa nova regra valoriza ainda mais o desempenho ao longo da temporada e dá uma vantagem estratégica importante para quem liderar o ranking ao final da etapa do Taiti. Ter prioridade significa começar cada bateria com a chance de escolher as melhores ondas, o que pode ser decisivo, especialmente em um pico como Cloudbreak, em Fiji.

Lembrando, este é o último ano no formato Final Five. Em 2026, o campeão mundial da WSL será o atleta que terminar a temporada com o maior número de pontos.

Orgulho da Família Brazinco

A Família Brazinco vibra com a liderança de Yago Dora no ranking mundial. Yago é a expressão pura da criatividade, da técnica apurada e da coragem que fazem o surfe brasileiro ser tão único e respeitado no mundo. Das ondas de Santa Catarina, até os palcos mais exigentes da WSL, sua jornada é a prova de que talento e dedicação caminham juntos. Ver um brasileiro no topo não é só motivo de orgulho, é a confirmação de que o investimento no esporte nacional rende frutos e marca gerações!

Vai Yago!!

 

 

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